Kurama acordou no horário habitual de
Minamino. Embora não consiga contatá-lo ainda, sofre certa
influência por parte dele. O seu colar estava um pouco mais pesado
do que no dia anterior, e o rubi estava brilhando levemente,
indicando que estava funcionando;
-Bem, é só o primeiro dia, e tenho muito o que fazer.
Youko não possui um conjunto de roupas, embora possa criar uma sem problemas. Ele toma um banho e em seguida vai até a sala de Yomi, não muito longe dali.
Yomi está sentado em sua mesa, como de hábito. Kibitoshin está próximo, ajudando-o;
-Bom dia, pessoal.
-Mas é você Kurama Youko? Que prazer tê-lo de volta.- Yomi vira-se para o lado dele.
-Kurama? Porque está como Youko?
-Bem, eu vou me sentar porque a história é longa.
-Pois não, temos todo o tempo do mundo para ouvi-la- Yomi gira a sua cadeira para o lado de Kurama.
-Pois bem: eu fui para o mundo dos espíritos ontem com Botan e Byakuya, e lá me encontrei com o Sr. Enma Daioh. Diferentemente do que todos pensavam, o primeiro teste não foi lá, mas será aqui. Enma Daioh me desafiou a ficar 33 dias como Youko, e exigiu que eu fizesse toda a rotina de Minamino assim.
-33 dias? Me parece um longo período para permanecer transformado, Kurama. Desde que veio até mim, nunca ficou mais do que algumas horas assim- Yomi observa.
-Eu sei, Yomi, mas não consigo sequer voltar a ser Shuuichi. Este colar que está no meu pescoço possivelmente bloqueia isso.
-E porque não tira ele?
-Além de ele possuir um tamanho que impede a sua retirada, se eu tentar fazer isso ele explodirá. E mais: o Sr. Enma me falou que seu agisse de maneira incorreta, espinhos se projetariam aos poucos no meu pescoço.
-Nossa, ele foi muito esperto mesmo. Talvez nem adianta tentar desarmá-lo, não se trata de um equipamento eletrônico convencional.- Kibitoshin analisa.
-Longe disso. Mas então, como pretende fazer a rotina de Minamino? Conosco não há problema algum, mas lá fora ninguém o conhece.
-E aí que você me ajudará, Yomi, usando a sua persuasão. Na verdade eu vou precisar da ajuda de todos vocês, especialmente com a mãe de Minamino, o que por certo será o mais difícil.
-Por mim não há nenhum problema. Eu possuo dívidas com você, e farei tudo que for necessário.
-Obrigado Yomi. Bem, eu preciso agora assumir o trabalho por aqui como Minamino, assim como o Sr. Enma ordenou. Sinto que alguns espinhos já se projetaram alguns milímetros no colar.
-Eles estão machucando-o?
-Não, eles não possuem ponta ainda, são hexágonos que ficam mais afiados conforme crescem pelo que eu estou notando.
-Certo. Estou temendo por sua segurança, Kurama. E me parece que Enma Daioh está disposto a ser muito duro com você.
-Bem, eu aceitei o seu desafio. Agora não há mais volta. Kibitoshin, saia daqui, deixe que eu assuma agora o trabalho por aqui. Agradeço que tenha cobrido as funções de Minamino enquanto eu estive fora.
-Tudo bem, Youko. Me avise quando eu precisar fazer alguma coisa.
-Vá.
Youko vai para a mesa de Minamino, onde há alguns papéis que ele precisa encaminhar;
-Que estranho, esses espinhos cresceram um pouco, mas o que eu fiz de errado?- Youko reflete.
Após alguns minutos, depois de ler os papéis, Youko vai até Yomi entregar um resumo;
-Yomi, há um contrato de livre comércio proposto por Hong Kong aqui…
-Hong Kong? Tem certeza, Kurama? Nós já temos um com eles faz muito tempo.
-Sim, está escrito aqui!
-Tudo bem, acalme-se, deve ser uma duplicata.
-Mas eles estão pensando o quê? Como enviam duas vezes a mesma coisa para nós?
-Não sei, erros acontecem. Apenas diga que já possuímos um faz muitos anos e que vamos mantê-lo.
-Tá certo, esse bando de incompetentes…
Yomi estranha o tom em que Youko fala;
-Esse não é o jeito habitual do Kurama, ele está muito ríspido. Será que é o estresse do teste?
Kurama vai até a mesa e joga o contrato na fragmentadora. Ele sente algo formigando no seu pescoço, e o rubi pisca uma vez;
-Isso aconteceu de novo?
Ele observa em um espelho, e vê que os espinhos avançaram mais um pouco, mas ainda assim não causam desconforto;
-Mas o que eu fiz de errado novamente? Ah, deixa pra lá.
O restante do dia foi mais tranquilo para Youko, que não precisou sair a lugar algum;
-Ainda assim, estou estranhando o sumiço de Shuuichi. Eu não consigo contatá-lo de forma alguma, e parece que ele fica mais distante…- Youko pensa.
Um pouco depois, ele vai até Yomi, que está tomando uma xícara de chá;
-Depois eu preciso que você vá para casa comigo. Vamos levar Kibitoshin, Tsukiyomi e Hoshiyomi também, já que a minha mãe tem um pouco de medo de você.
-Tranquilo, Kurama. Estou à sua inteira disposição.
-Vou conversar com eles pelo comunicador então.
-Certo, eu estou pronto.
Kurama chama todos para a sala de Yomi. Eles chegam em seguida. Tsukiyomi trouxe um arranjo de flores;
-Então, é isso. Vamos todos visitar a casa da minha mãe hoje para,- ele ri- convencer ela de que eu sou mesmo o Kurama.
-Não parece ser tão complicado assim, Kurama. Ela não duvidaria da gente.
-Ah, Hoshiyomi, o nome dela é Shiori, bom que todos se lembrem disso.
-Certo.
-Bem, eu quero ir lá com carro. Não acho que será uma boa experiência Kurama usar o metrô hoje.- Yomi caminha para o corredor.
-Sim, tem razão!
-Está decidido então.
-Bem, é só o primeiro dia, e tenho muito o que fazer.
Youko não possui um conjunto de roupas, embora possa criar uma sem problemas. Ele toma um banho e em seguida vai até a sala de Yomi, não muito longe dali.
Yomi está sentado em sua mesa, como de hábito. Kibitoshin está próximo, ajudando-o;
-Bom dia, pessoal.
-Mas é você Kurama Youko? Que prazer tê-lo de volta.- Yomi vira-se para o lado dele.
-Kurama? Porque está como Youko?
-Bem, eu vou me sentar porque a história é longa.
-Pois não, temos todo o tempo do mundo para ouvi-la- Yomi gira a sua cadeira para o lado de Kurama.
-Pois bem: eu fui para o mundo dos espíritos ontem com Botan e Byakuya, e lá me encontrei com o Sr. Enma Daioh. Diferentemente do que todos pensavam, o primeiro teste não foi lá, mas será aqui. Enma Daioh me desafiou a ficar 33 dias como Youko, e exigiu que eu fizesse toda a rotina de Minamino assim.
-33 dias? Me parece um longo período para permanecer transformado, Kurama. Desde que veio até mim, nunca ficou mais do que algumas horas assim- Yomi observa.
-Eu sei, Yomi, mas não consigo sequer voltar a ser Shuuichi. Este colar que está no meu pescoço possivelmente bloqueia isso.
-E porque não tira ele?
-Além de ele possuir um tamanho que impede a sua retirada, se eu tentar fazer isso ele explodirá. E mais: o Sr. Enma me falou que seu agisse de maneira incorreta, espinhos se projetariam aos poucos no meu pescoço.
-Nossa, ele foi muito esperto mesmo. Talvez nem adianta tentar desarmá-lo, não se trata de um equipamento eletrônico convencional.- Kibitoshin analisa.
-Longe disso. Mas então, como pretende fazer a rotina de Minamino? Conosco não há problema algum, mas lá fora ninguém o conhece.
-E aí que você me ajudará, Yomi, usando a sua persuasão. Na verdade eu vou precisar da ajuda de todos vocês, especialmente com a mãe de Minamino, o que por certo será o mais difícil.
-Por mim não há nenhum problema. Eu possuo dívidas com você, e farei tudo que for necessário.
-Obrigado Yomi. Bem, eu preciso agora assumir o trabalho por aqui como Minamino, assim como o Sr. Enma ordenou. Sinto que alguns espinhos já se projetaram alguns milímetros no colar.
-Eles estão machucando-o?
-Não, eles não possuem ponta ainda, são hexágonos que ficam mais afiados conforme crescem pelo que eu estou notando.
-Certo. Estou temendo por sua segurança, Kurama. E me parece que Enma Daioh está disposto a ser muito duro com você.
-Bem, eu aceitei o seu desafio. Agora não há mais volta. Kibitoshin, saia daqui, deixe que eu assuma agora o trabalho por aqui. Agradeço que tenha cobrido as funções de Minamino enquanto eu estive fora.
-Tudo bem, Youko. Me avise quando eu precisar fazer alguma coisa.
-Vá.
Youko vai para a mesa de Minamino, onde há alguns papéis que ele precisa encaminhar;
-Que estranho, esses espinhos cresceram um pouco, mas o que eu fiz de errado?- Youko reflete.
Após alguns minutos, depois de ler os papéis, Youko vai até Yomi entregar um resumo;
-Yomi, há um contrato de livre comércio proposto por Hong Kong aqui…
-Hong Kong? Tem certeza, Kurama? Nós já temos um com eles faz muito tempo.
-Sim, está escrito aqui!
-Tudo bem, acalme-se, deve ser uma duplicata.
-Mas eles estão pensando o quê? Como enviam duas vezes a mesma coisa para nós?
-Não sei, erros acontecem. Apenas diga que já possuímos um faz muitos anos e que vamos mantê-lo.
-Tá certo, esse bando de incompetentes…
Yomi estranha o tom em que Youko fala;
-Esse não é o jeito habitual do Kurama, ele está muito ríspido. Será que é o estresse do teste?
Kurama vai até a mesa e joga o contrato na fragmentadora. Ele sente algo formigando no seu pescoço, e o rubi pisca uma vez;
-Isso aconteceu de novo?
Ele observa em um espelho, e vê que os espinhos avançaram mais um pouco, mas ainda assim não causam desconforto;
-Mas o que eu fiz de errado novamente? Ah, deixa pra lá.
O restante do dia foi mais tranquilo para Youko, que não precisou sair a lugar algum;
-Ainda assim, estou estranhando o sumiço de Shuuichi. Eu não consigo contatá-lo de forma alguma, e parece que ele fica mais distante…- Youko pensa.
Um pouco depois, ele vai até Yomi, que está tomando uma xícara de chá;
-Depois eu preciso que você vá para casa comigo. Vamos levar Kibitoshin, Tsukiyomi e Hoshiyomi também, já que a minha mãe tem um pouco de medo de você.
-Tranquilo, Kurama. Estou à sua inteira disposição.
-Vou conversar com eles pelo comunicador então.
-Certo, eu estou pronto.
Kurama chama todos para a sala de Yomi. Eles chegam em seguida. Tsukiyomi trouxe um arranjo de flores;
-Então, é isso. Vamos todos visitar a casa da minha mãe hoje para,- ele ri- convencer ela de que eu sou mesmo o Kurama.
-Não parece ser tão complicado assim, Kurama. Ela não duvidaria da gente.
-Ah, Hoshiyomi, o nome dela é Shiori, bom que todos se lembrem disso.
-Certo.
-Bem, eu quero ir lá com carro. Não acho que será uma boa experiência Kurama usar o metrô hoje.- Yomi caminha para o corredor.
-Sim, tem razão!
-Está decidido então.
Nenhum comentário:
Postar um comentário